Grakas Olho-de-Águia
Grakas Olho-de-Águia é o marechal da Guarda da Estepe e comandante militar do Ducado de Gharavaz. Veterano da Guerra dos Ducados, preservou a capacidade de resposta do ducado contra Kar-Durann sem permitir que suas forças fossem destruídas em confrontos frontais.
Grakas é um gnomo de tradição cavaleira, conhecido por combinar reconhecimento, comunicação óptica e ataques contra suprimentos.
Informações gerais
| Povo | gnomo |
| Cargo | marechal de Gharavaz |
| Comando | Guarda da Estepe |
| Soberana | Kaelen Vey |
| Especialidade | cavalaria leve, reconhecimento e guerra de movimento |
Formação militar
Grakas nasceu numa casa-oficina dedicada à criação de canídeos de guerra, selaria leve e instrumentos ópticos. Começou como batedor e avançou por comando de patrulhas, escoltas de canal e torres de sinalização.
Seu título familiar deriva da capacidade de observar terreno e registrar rotas. Ele insiste que visão militar não é dom: é disciplina de comparar o mapa, o relato e aquilo que o terreno permite.
Guerra dos Ducados
Entre 918 e 927 E.A., Gharavaz enfrentou Kar-Durann por minas, nascentes, pedágios e fronteiras. Grakas evitou enfrentar a infantaria anã em posições preparadas.
Sua doutrina priorizou:
- deslocamento rápido;
- proteção de canais e pontes;
- ataques a comboios;
- evacuação de comunidades;
- uso das torres de espelhos;
- retirada antes do cerco inimigo.
Essa estratégia impediu uma derrota decisiva, mas não protegeu todas as planícies. Campos queimados e aldeias deslocadas continuam sendo utilizados por seus críticos.
O tratado
Grakas apoiou o Tratado de Pedra e Bronze quando concluiu que nenhum ducado poderia vencer sem destruir as regiões disputadas. Considera a paz necessária, não permanente por natureza.
Mantém relação profissional com Kragan Forja-Fria, general de Kar-Durann. Os dois discordam sobre quase toda interpretação da guerra, mas reconhecem a capacidade um do outro.
Relação com Kaelen Vey
Kaelen manteve Grakas no comando para demonstrar continuidade militar. Ele apoia a política de reconstrução, mas exige reservas, treinamento e resposta rápida a incursões.
Radicais o acusam de aceitar uma paz sem vitória. Pacifistas o consideram excessivamente influente. Grakas responde que o papel de um exército responsável é tornar a paz possível sem fingir que ela se protege sozinha.
Personalidade
É direto, observador e pouco interessado em retórica. Durante reuniões, prefere mapas sobre mesas baixas a discursos diante do trono. Escuta batedores e aldeões com a mesma atenção dedicada a oficiais.
Detesta planos que dependam de o inimigo agir de forma conveniente.
Situação atual
Grakas reorganiza a Guarda para responder a enchentes, incêndios, ataques a canais e incidentes de fronteira. Parte dos oficiais deseja unidades pesadas semelhantes às de Kar-Durann.
O marechal teme que essa mudança abandone as vantagens gharavazianas e transforme a memória da guerra numa tentativa de imitar o adversário.