Henrique Malverne
Henrique Malverne é o irmão mais novo de Afonso VI Malverne e herdeiro presumido do Principado de Maldária. Possui oito anos em 947 E.A.
Sua idade transforma sua educação e segurança em assuntos de Estado. Caso Afonso morra sem descendentes antes que Henrique possa governar, Maldária precisará estabelecer uma regência.
Informações gerais
| Idade | 8 anos em 947 E.A. |
| Dinastia | Casa Malverne |
| Irmão | Afonso VI Malverne |
| Posição | herdeiro presumido de Maldária |
| Residência | Rubraria |
| Tutor político mais influente | [[Principado de Maldária#Raimundo Malverne |
Infância e sucessão
Henrique nasceu como segundo filho da linha soberana e não foi inicialmente o centro da vida política. A ausência de descendentes de Afonso VI, porém, colocou-o imediatamente atrás do irmão.
A morte de Gonçalo IV e a ascensão recente de Afonso tornaram a sucessão mais visível. Cerimônias que antes tratavam Henrique como criança da família agora o apresentam como continuidade do principado.
Educação
Sua formação inclui:
- história de Valdória e Maldária;
- direito;
- navegação;
- estratégia;
- línguas;
- equitação;
- princípios de combate;
- deveres públicos da Casa Malverne.
Os tutores procuram equilibrar preparação e infância. A corte, contudo, observa cada preferência como possível sinal do governante que ele poderia se tornar.
Relação com Afonso VI
Afonso demonstra proteção pelo irmão e evita utilizá-lo como símbolo militar. Ao mesmo tempo, precisa permitir que Henrique apareça em cerimônias e seja conhecido pelas instituições que um dia podem reconhecê-lo.
O príncipe sabe que qualquer ameaça ao menino seria interpretada como ataque à continuidade da Casa.
Raimundo Malverne
O tio Raimundo, atual Escudo de Malrik, participa de sua formação. É o candidato mais influente a uma futura regência.
Essa posição não significa que uma regência esteja planejada, mas concede a Raimundo autoridade sobre tutores, segurança e parte da rotina do herdeiro.
Adversários temem que o menino cresça dependente demais do tio. Aliados afirmam que um herdeiro jovem precisa de alguém respeitado pelos militares.
Imagem pública
Henrique é apresentado como criança disciplinada e curiosa. Relatos sobre personalidade devem ser tratados com cautela: grande parte é produzida por uma corte interessada em tranquilizar a população.
Não há indicação pública de que manifeste o Relâmpago Carmesim. Testes invasivos ou exposição a risco para procurar a habilidade são oficialmente proibidos.
Situação atual
A melhor proteção para Henrique seria o governo estável e a futura descendência de Afonso. Até que isso ocorra, sua existência permanece no centro de cálculos sobre regência, sucessão e influência militar.
Ele ainda é uma criança. O Estado, contudo, já o trata como possibilidade constitucional.