Mara Belverde é a condessa de Lioscair e presidente da Mesa das Comunidades. Halfling conhecida por sua memória de acordos, humor paciente e resistência a cerimônias vazias, governa mais por coalizão que por decreto.
Mara é pessoalmente leal a Mertens VIII Niallach-Aurenaigh. Justamente por confiar nele, insiste em limitar poderes que poderiam ser herdados por um rei menos digno.
Informações gerais
| Campo | Informação |
|---|---|
| Nascimento | 873 E.A., em Belmora |
| Idade | 74 anos |
| Povo | Halfling |
| Título | Condessa de Lioscair |
| Casa | Casa Belverde |
| Início do governo | 931 E.A. |
| Residência | Casa Belverde, em Belmora |
Trajetória
Antes de governar, Mara administrou celeiros, mediou heranças e representou bairros na Mesa. Tornou-se herdeira depois que o ramo principal da casa ficou sem sucessor aceito pelas comunidades. Sua confirmação demonstrou que tradição condal e consentimento local precisam coexistir.
Governo
Mara ampliou reservas distribuídas, proteção a hóspedes e participação de cooperativas nos impostos. Suas reformas são lentas porque exigem aprovação, mas difíceis de desfazer pelo mesmo motivo.
Durante crises, visita bairros antes de reunir a Mesa. Adversários dizem que constrói apoio antes do debate; ela responde que governar sem ouvir consequências não é neutralidade.
Relação com Mertens
Mara gosta do jovem rei e o trata com uma franqueza que poucos nobres arriscam. Apoia a Paz das Estradas, desde que patrulhas sejam convidadas e julgadas pelas mesmas leis que os moradores.
Sua preocupação central é o precedente: uma concessão feita a Mertens VIII pertencerá também a Mertens IX.
Personalidade e objetivos
Mara utiliza histórias, perguntas e humor para expor contradições. Raramente levanta a voz. Quando oferece comida durante uma discussão, pode ser hospitalidade ou aviso de que a conversa será longa.
Em 947 E.A., precisa enfrentar a praga iniciada nos pomares de Rosmora, proteger os celeiros de especulação e utilizar a dependência alimentar de Caer Mertens sem transformar auxílio em chantagem. O avanço da doença sobre árvores funerárias do Lago da Lua Ausente tornou a crise também religiosa.