Tomé Veleiro
Tomé Veleiro é um navegador humano e mestre da Casa de Brumavela da Sociedade do Horizonte. É um dos contatos mais acessíveis da organização para viajantes, tripulações independentes e aventureiros.
Informações gerais
| Espécie | Humano |
| Residência | Brumavela |
| Ocupação | Mestre de Casa e navegador |
| Organização | Sociedade do Horizonte |
Aparência
Tomé é um homem de meia-idade, ombros largos e pele marcada pelo vento. Usa barba curta, luvas sem dedos e um lenço azul com o símbolo do horizonte bordado de maneira pouco cuidadosa.
Carrega um conjunto de apitos de emergência e costuma testar correntes de ar soltando pequenos fios coloridos, inclusive dentro de edifícios.
História
Tomé começou como marinheiro e migrou para a navegação celeste depois de sobreviver a um acidente no qual os mapas indicavam uma corrente que já havia mudado. Entregou seu relato à Sociedade e, impressionado por alguém realmente registrar seus erros sem ridicularizá-lo, decidiu ingressar na organização.
Ascendeu por competência prática. Não é o melhor matemático da Casa, mas sabe distinguir um piloto assustado de um piloto irresponsável e possui excelente memória para sons, ventos e comportamentos de embarcações.
Personalidade
É comunicativo, pragmático e incapaz de permanecer muito tempo atrás de uma mesa. Traduz problemas técnicos em exemplos cotidianos e prefere uma testemunha confusa a um relatório excessivamente perfeito.
Tomé tem o hábito de oferecer comida antes de fazer perguntas sobre uma experiência traumática.
Em 947 E.A.
Tomé tenta recuperar caixas de registro de embarcações desaparecidas antes que companhias comerciais destruam ou comprem as provas. Ele acredita que as mudanças atuais seguem algum padrão, mas ainda não sabe se pertence ao clima, à mana ou a interferência deliberada.
Pode oferecer acesso a rotas, transporte, abrigo em Casas do Horizonte e pequenas recompensas por instrumentos recuperados. Em troca, espera que o grupo entregue informação de segurança mesmo quando ela reduzir o valor de uma descoberta.
“Se o céu fez algo estranho, conte primeiro. Decidimos depois quem parecerá louco.”