Cuan Elar é a principal cidade costeira do Ducado de Nemedra, localizada onde caminhos da Grande Floresta de Nemedra alcançam o litoral ocidental de Eirval. O porto exporta madeira controlada, resinas, remédios e pigmentos, além de receber peregrinos que preferem entrar no ducado pelo mar.
Seu nome é tradicionalmente traduzido como Porto das Folhas, embora estudiosos discordem sobre a origem exata de Elar.
Informações gerais
| Campo | Informação |
|---|---|
| Estado | Ducado de Nemedra |
| Localização | Costa centro-ocidental |
| População estimada | 63.000 habitantes |
| Governo local | Conselho do Porto e Guardiões de Origem |
| Principais atividades | Comércio florestal, pesca, ervas e peregrinação |
| Apelido | Porto das Folhas |
Entre a mata e o mar
Cuan Elar ocupa uma faixa estreita entre floresta, praias e falésias baixas. Armazéns são menores que os de outros portos porque grandes concentrações de madeira são proibidas. Pátios separados reduzem incêndios e permitem conferir a origem de cada carga.
Estradas para Liosvar seguem rotas antigas e evitam bosques protegidos. Viagens podem ser interrompidas durante migrações de animais, tempestades ou revisão dos Pactos de Clareira.
Lugares importantes
- Cais das Folhas Marcadas: centro de inspeção de madeira e resinas.
- Casa das Origens: arquivo de concessões, restituições e rotas de coleta.
- Jardim das Plantas Viajantes: santuário de Bláirenn e Fion-máil.
- Ponte da Névoa: estrutura costeira conhecida por desaparecer parcialmente nas manhãs úmidas.
- Mercado das Tintas: pigmentos, tecidos, medicamentos e arte nemedrana.
Política local
Mercadores desejam licenças mais rápidas; guardiões temem que rapidez transforme exceção em regra. O conselho precisa equilibrar empregos portuários e limites ambientais, tornando Cuan Elar mais favorável ao comércio que Liosvar, mas não menos dependente dos pactos.
Cuan Elar em 947 E.A.
A estrada recentemente revelada pode conectar o porto ao leste em tempo recorde. Companhias oferecem recursos para ampliá-la. Guardiões afirmam que nenhum mapa demonstra quem autorizou o caminho — ou se foi construído para uso mortal.