Maevra Carraigh é a atual duquesa do Ducado de Ardcarra e guardiã formal das nascentes setentrionais. Engenheira militar por formação, governa como alguém acostumada a considerar consequências físicas antes de promessas políticas.

É leal a Mertens VIII Niallach-Aurenaigh, mas entende a Concordata como uma barreira construída para suportar inclusive reis virtuosos.


Informações gerais

CampoInformação
Nascimento886 E.A., em Caer Ailenn
Idade61 anos
PovoHumana
TítuloDuquesa de Ardcarra
CasaCasa Carraigh
Início do governo926 E.A.
ResidênciaFortaleza das Três Nascentes

Trajetória

Maevra estudou fortificação, hidrologia e logística. Antes de herdar o ducado, supervisionou reservatórios e respostas a deslizamentos. Assumiu durante uma crise de enchentes, quando a abertura de uma comporta salvou Caer Ailenn e destruiu campos num vale inferior. Desde então, exige que toda decisão técnica registre também quem suportará seu custo.

Governo

Sua administração ampliou estoques, mapas de evacuação e inspeções comunitárias. Mantém relação difícil com mineradores que desejam explorar áreas próximas às nascentes.

Maevra não rejeita especialistas estrangeiros, mas exige que trabalhem acompanhados e entreguem cópias de seus registros. Considera conhecimento sobre a água uma questão de segurança.

Relação com Mertens

Vê no jovem rei um mediador honesto. Apoia a Paz das Estradas nas regiões baixas e a arbitragem real em disputas hídricas. Recusa passagem automática para cavaleiros e inspetores nas fortalezas.

Sua lealdade pode ser resumida assim: atenderá sempre à convocação do rei, mas não abrirá todos os portões apenas porque ele chegou.

Personalidade e objetivos

Maevra fala pouco, solicita números e não tolera bravatas sobre sacrifícios que serão pagos por terceiros. Demonstra afeto oferecendo preparação: equipamento adequado, mapas, alimento e rotas de retorno.

Em 947 E.A., deseja controlar a exploração dos novos cristais nos Montes Brannoch, proteger as nascentes do Rio Ailenn, evitar conflito com Nemedra e garantir que a Paz das Estradas reconheça explicitamente a soberania das fortalezas.