Cuan Rúadan é o principal porto oceânico do Ducado de Tírnavar, situado no extremo noroeste de Eirval. Mais exposta ao mar que Caer Noren, a cidade concentra estaleiros, frotas pesqueiras e expedições destinadas a Kaldren e Hugória.
O nome significa, em formas antigas do eirvaliano local, Porto Vermelho, referência às falésias avermelhadas que cercam sua enseada.
Informações gerais
| Campo | Informação |
|---|---|
| Estado | Ducado de Tírnavar |
| Localização | Extremo noroeste de Eirval |
| População estimada | 71.000 habitantes |
| Governo local | Conselho do Porto Vermelho |
| Principais atividades | Estaleiros, pesca, navegação oceânica e comércio exterior |
| Apelido | Porto das Últimas Lanternas |
Porto e falésias
A cidade ocupa uma enseada profunda protegida por falésias. Duas torres mantêm lanternas visíveis muito depois que a costa desaparece do horizonte. Marinheiros dizem que são as últimas luzes de Eirval vistas por quem parte para o oeste.
Os estaleiros de Cuan Rúadan produzem navios capazes de enfrentar viagens oceânicas. Madeira de Nemedra chega com certificados de origem, enquanto cordame, velas e instrumentos são fabricados localmente.
Lugares importantes
- Docas do Poente: estaleiros e armazéns das expedições longas.
- Casa da Lanterna Suspensa: templo e hospedaria de Fion-máil.
- Mural dos Não Retornados: memorial de navegadores desaparecidos.
- Mercado das Sete Costas: produtos, relatos e objetos trazidos de outros continentes.
- Torre do Vento Vermelho: farol, posto de sinais e santuário de Caerwyn.
Relação com Caer Noren
Caer Noren controla contratos, mapas oficiais e política ducal; Cuan Rúadan constrói e tripula grande parte dos navios. A rivalidade é permanente. Capitães acusam a capital de governar o oceano sem deixar o porto; nobres respondem que marinheiros confundem experiência com direito de decidir por todo o ducado.
Cuan Rúadan em 947 E.A.
Os desaparecimentos recentes atingiram diretamente a cidade. Famílias exigem busca imediata, enquanto casas comerciais escondem rotas e cargas. A proposta de uma frota continental é popular entre trabalhadores e controversa entre capitães que temem entregar segredos a Caer Mertens.