Cormac Maelor é o duque do Ducado de Maelora, comandante veterano e principal responsável pelos celeiros e forças do sudeste. Aos 68 anos, enfrenta uma sucessão dividida entre a administradora Eira Maelor e o comandante Darach Maelor.
Cormac apoia Mertens VIII Niallach-Aurenaigh porque considera a Coroa a única autoridade capaz de impedir que sua morte provoque guerra. Sua lealdade é real, mas inseparável da esperança de que o rei confirme Eira como herdeira.
Informações gerais
| Campo | Informação |
|---|---|
| Nascimento | 879 E.A., em Dúnvar |
| Idade | 68 anos |
| Povo | Humano |
| Título | Duque de Maelora |
| Casa | Casa Maelor |
| Início do governo | 910 E.A. |
| Residência | Dún Maelor |
| Herdeira favorecida | Eira Maelor, sobrinha |
Trajetória
Cormac comandou tropas contra saqueadores e coordenou respostas a enchentes antes de assumir. Seu longo governo ampliou celeiros, diques e o Exército dos Campos. Também fortaleceu oficiais que hoje questionam sua escolha sucessória.
Não possui filhos reconhecidos. Eira demonstrou capacidade administrativa ao reorganizar os diques e armazéns de Cuan Niall; Darach possui prestígio militar e parentesco igualmente defensável segundo interpretações locais.
Governo
Cormac decide rapidamente e espera execução disciplinada. Aceita oposição no Conselho dos Celeiros, mas considera perigoso prolongar debates durante crises. Sua eficiência produziu estabilidade e dependência excessiva de sua autoridade pessoal.
Relação com Mertens
O duque vê Mertens como rei legítimo e homem honrado. Oferece alimentos e soldados à política continental, mas insiste que forças maelorianas permaneçam sob comando próprio.
Evita pedir abertamente a confirmação de Eira. Ambos sabem, contudo, que a sucessão acompanha toda negociação.
Personalidade e objetivos
Cormac é austero, protetor e impaciente com linguagem abstrata. Pergunta sempre quantas pessoas, quantos dias e quantos celeiros uma proposta exige.
Em 947 E.A., quer garantir a sucessão sem guerra, preparar Maelora para sua ausência e apoiar a Paz das Estradas sem entregar o Exército dos Campos ao comando real.