Ápice das Fadas

O Ápice das Fadas é a celebração élfica associada ao momento em que Selis e Doran alcançam simultaneamente o ápice da lua cheia.

Como as duas luas completam seus ciclos em 25 e 33 dias, a coincidência exata retorna a cada 825 dias. O festival não possui uma data anual fixa e atravessa meses e estações conforme os ciclos avançam pelo calendário.

Origem

A tradição contínua do Ápice das Fadas é documentada desde o ano 3.548 E.E.. Registros anteriores são fragmentários, mas alguns descrevem uma celebração mais rara na qual três luas precisavam alcançar juntas sua iluminação máxima.

Esses textos não preservam um ciclo confiável para a terceira lua. Alguns estudiosos relacionam os relatos à tradição narrada em A Lua que Titania Deixou de Ver; outros sustentam que “três luas” seria uma metáfora ritual ou uma interpretação posterior de documentos incompletos.

Depois do desaparecimento da terceira lua, o festival teria sido reformulado para acompanhar apenas Selis e Doran. O nome permaneceu no plural porque as luas e Titania são reconhecidas como fadas celestes, e porque a celebração recorda uma harmonia do céu que seria mais antiga que os reinos élficos.

Registros calendáricos

Os almanaques contemporâneos preservam uma série completa de ocorrências correspondente aos anos 200 a 6000 da Era Aureniana. No calendário élfico, essa série compreende 2.819 ápices, entre os anos 146.662 e 152.460 E.E.

As celebrações anteriores a esse intervalo são conhecidas por crônicas, inscrições e tabelas astronômicas fragmentárias. A ausência de entradas completas não significa que o festival não fosse celebrado, mas apenas que os calendários disponíveis não preservam todas as suas datas.

Nas terras abaixo das nuvens, a mesma ocorrência é celebrada como o Festival da Noite Iluminada.